Sobre a CruelFight | CruelFight

Desde de jovem Fernando "Cruel" Luis ouvia dizeres "Você é muito Cruel", "Ontem você foi Cruel". Era em ar de bagunça, zoeira, pegação e até mesmo quando lutava.


Era um adjetivo já falado desde de sempre entre os amigos.

Quando veio a fase do Instagram Fernando criou a conta "fernandinhocruel" e sempre propagava esse nome Cruel em tudo. No Orkut, msn, e-mails e em diversos lugares, mas nunca explorou no meio da luta.


Nas lutas sempre usou o nome Fernando Luis "Fernandinho". Um apelido apenas entre os camaradas.


Após a sua ida para a Califórnia e Las Vegas em 2016, descobriu como era o boxe internacional. Observou que todos os atletas tinham o seu próprio nome, marca própria e nome de equipe.

Assim que retornou ao Brasil na sua segunda luta no boxe profissional sentiu a necessidade de ter seu próprio nome e logotipo. Enfim criou a sua marca Cruel Fight ao invés de Cruel Team.


Sua idéia sempre foi de ter uma marca e não só um nome de equipe ou segmento como poderia ser Cruel Boxing. Então o primeiro logo não foi criado e aprovado para ser comercial e sim de uso pessoal mas que despertasse a curiosidade dos espectadores nas lutas.

Conforme foi usando a marca Cruel Fight em suas lutas e treinos as pessoas foram pedindo as camisetas com o logotipo. Então ao decorrer do ano 2017 procurou o Felipe da StoneHead para a fabricação das primeiras peças. Deu início na fomentação da marca nas redes sociais e abriu um novo Instagram CRUEL FIGHT e o seu canal no Youtube.

 

Em 2018, conforme mudou de treinador, surgiram novos padrões de pensamentos. Um deles era a criação do escritório Cruel Fight e encerrar as atividades do estúdio "Pulsátil Treinamento Físico" ou mudá-lo de localização.


Desde o início o cinegrafista Bob Donask filmagens e edições Forza Filmes acompanham as lutas profissionais de boxe mas era algo que estávamos fazendo apenas para registros a serem expostos de uma forma não comercial. Apenas como propagação como atleta.

No meio deste impasse veio o auxílio da jornalista Luana Coppini e do Felipe da StoneHead que aconselharam a procurar o Rogê para reformulação do logo e consequentemente a assessoria da Bug System.

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